Sábado, 26 de Julho de 2008
Voltar a trás...

Foto Cicuta (Lavre)

 

 

Eu gostava de voltar a ser a mulher de há 2/3 anos ... a Cicuta de antes!

 

Não tem a ver com a idade... eu gosto da minha idade , sinto orgulho nela.

 

Mas queria o resto...

 

O não ter "sofrido" um "prós -trauma" ao acidente da Isa que me:

 

Fez passar dos 59 para os 77kg

 

de 0 dioptrias para 3 e a aumentar...

 

me deu uma estúpida fibromialgia

 

e uma forte de vontade de não viver...

 

Tive uma educação errada... sempre sobre sobre o perfeito a beleza corporal, etc... Talvez por isso ela morreu tão infeliz ao 71!

 

Hoje olho para mim e não me conheço... a minha família que não me vê há mais de 3 anos não me reconhece...lol....

 

 

Hoje eu não sou a Cicuta, nem sequer  a sua sombra....

 

A mulheres está cá, mas o desejo  foi-se, a imaginação foi-se a parte sexy de dela foi-se o pensamento das estórias no comboio , no metro...

 

Nem uma " Donas de Casa Desesperadas"consigo ser....

 

Foi-se-me o Ego!

 

O Amor-próprio.

 

A vossa Cicuta é um engado, é apenas mais uma Mulher gorda e que nem sequer tem respeito por si!

 

Talvez por isso a imaginação tenha morrido com ela...

 

Se alguém gostou da cicuta fui eu, Avó, com conceitos morais muitos elevados, mas sempre muito, muito sonhadora....

 

A Cicuta fará sempre parte de mim, como fez parte da minha família e amigas, nunca  a escondi.

 

Pois nunca se esconde aquilo que nós somos... Os outros aceitam ou não... Problema deles!

 

Beijos!

 

 

 

 

Cicuta

 

 Quando criei a Cicuta era uma Quarentona avó que nunca tina escrito nada do género, deu-me gozo, prazer, diverti-me imenso, tive comentários lindos... eu que sempre fora acanhada e só escrevia para mim.... Já tinha a Luar mas a Luar sou eu com toda a minha loucura diária, o bom e o mau humor... a cicuta foi o meu abrir como Mulher!!!!!



publicado por Cicuta às 07:38
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Terça-feira, 10 de Junho de 2008
Sonhos?!

Na cabana da montanha a lareira crepitava e espalhava-se no ar o cheiro da alfazema queimada!

 

As paredes e o tecto eram feitas de troncos e todo o mobiliário era de madeira rústica!

 

Tapetes de lã trabalhados em tear e a cobrir os velhos sofás estavam mantas de patchworks coloridas.

 

Havia 2 cadeiras de baloiço forradas com almofadas de lã coloridas e junto á lareira 2 enormes cestos continham troncos de lenha e outro com pinhas e galhos de urze, alecrim e alfazema.

 

Uma mesa com tampo corrido feito madeira tosca com os “nós” em bruto e até alguns buracos, de cada lado estavam 2 bancos de madeira corridos.

 

Suspenso sobre a mesa um candeeiro de ferro com um peso em forma de “pinha” dava a luz necessária.

 

Num canto um velho aparador com loiça de barro, malgas e os indispensáveis copos de vidro grosso e tosco.

 

Havia também velhos candeeiros de petróleo e castiçais com velas espalhados por toda a casa.

 

A cozinha era pequena, um fogão a lenha uma bancada de mármore com lava-loiças também de mármore, uma mesa de trabalho ao centro e mais uma lareira pequena. E também a “coisa” mais moderna da casa, um cilindro para aquecer a água para os banhos!

 

No andar de cima 2 quartos todos mobilados em madeira rústica, com cortinas de pano e colchas de lã, em cada um uma pequena lareira e uma janela/varanda que circundava quase toda a casa.

 

A vista, a vista eram as árvores, os montes, a neve e ao fundo um rio gelado, de quando em vez um veado e ao longe o uivo de um lobo!

 

A pequena casa de banho tinha uma banheira de pés! Isso, daquelas com 4 patinhas em forma de garras, todas em esmalte, que se forram com tecido para não se morrer de frio!

 


Acende-se uma salamandra horas antes e muitas velinhas....

 

Ela tomou o seu banho com calma, tinha todo o tempo do mundo!

 

Tinha o fim de um Ano e o começo de um outro só para si!

 

Acariciou-se, deixou que os seus dedos explorassem aquele corpo que tão bem conhecia, mas que cada vez que tocava descobria algo de novo nem que fosse uma sensação...

 

Lá fora os lobos uivavam, os machos chamavam as fêmeas, sedentos de sexo, de luxúria...

 

 

 

 

Levada pelos uivos saltou da banheira e enrolou-se no roupão bem felpudo, colocou a toalha em volta dos cabelos e desceu para a sala. Serviu-se de um brandy e sentou-se confortavelmente no sofá!

 

Os olhos “presos” no fogo e a mente vagueava, solta.

 

Na sua mente ela era loba, loba Alfa esperando pelo macho Alfa corria solta pela neve, sem frio, sem receio, selvagem, apenas eles os Alfa!

 

Ela sabia que o macho Alfa é que escolhe a fêmea dentro de todas as da alcateia, mas quando se nasce marcada para fêmea Alfa eles bem que podem escolher pois já foram escolhidos e nem sabem.....

 

E enquanto o seu pensamento andava longe, a correr juntamente com os lobos sentiu "bater" na porta, primeiro com cuidado e depois com força.

 

Levantou-se e foi abrir...

 

Na entrada estava prostrado um enorme lobo todo negro, parecia ferido, cansado!

 

Ela teve receio mas algo lhe disse que ele não lhe faria mal e com cuidado pegou nele e deitou-o em frente ao lume, com uma toalha secou-o e tratou-lhe da ferida na pata.

 

Depois foi buscar carne que tinha para jantar e ajoelhou-se junto dele, com cuidado foi dando-lhe de comer, e ele aceitou com muito cuidado, apanhando os pedaços sem sequer lhe tocar nos dedos!

 

Quando terminou deitou a cabeça no colo dela e adormeceu!

 

Cansada ela acabou por adormecer também, enroscados, um no outro ficaram em frente da lareira!

 

Nessa noite ela teve sonhos, sonhos que não ousaria confessar a mais ninguém!

 

Sentiu prazer como nunca tinha sentido e aquele lobo nos seus sonhos não era um lobo mas um belo homem de olhos amarelos e corpo torneado, mão fortes, sexo rijo, língua meiga...

 

Quando acordou o lobo já lá não estava e ficou a pensar:

 

Terá sido do brandy, ou foi apenas uma partida da imaginação?!

 

Subiu para se vestir e quando enfiava a camisola reparou que tinha vários arranhões nas costas....

 

Desceu, arranjou uma caneca de café e veio até cá fora. O que viu deixou-a pasmada!

 

Em frente da cabana estavam vários lobos e ao fundo um grande lobo negro, olharam para ela uivaram baixinho e afastaram-se seguindo o grande lobo negro que coxeava!

 

 

 

 

 

 

 

 

Cicuta



publicado por Cicuta às 21:40
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Segunda-feira, 26 de Maio de 2008
Presa...

atada.jpg 

 

 

 

Tenho os olhos vendados!

 

As mãos afastadas e atadas! Os pés afastados e atados!

 

A saia está arregaçada as meias á mostra! A blusa amarrotada e meia aberta, deixando ver o soutien!

 

Tenho o cabelo em desalinho, uma parte espalhada na almofada e a outra colada na cara, agarrada ao suor do meu rosto!

 

Não há música! Ouço os teus passos descalços, sinto os teus olhos postos em mim, sinto o cheiro do teu perfume, sinto-te mexer à minha volta mas não sei o que fazes!

 

Sentas-te na borda da cama, continuas em silêncio! Alguma coisa tilinta junto ao meu ouvido! Metes-me o dedo entre pernas, bem fundo e retiras tão bruscamente como o meteste!

 

O tilintar continua bem perto do meu ouvido, parecem correntes mas por outro lado não... Agarras-me pelo cabelo e obrigas-me a sentar!

 

Amarrada como estou é difícil e até um pouco doloroso!

 

Faço um aiii. Pelo modo brusco com que me puxaste o cabelo sei que não gostaste, tu gostas do meu silêncio!

 

Fico sentada e em desequilibro, pois as pernas estão presas a um ferro o que não me permite fecha-las, sinto a tua mão na virilha e sem cerimónias rasgas-me as cuecas!

 

Dou um gemido baixo e rouco pois a renda cortou-me a pele! Tu sentes e baixas-te para me beijar na zona dorida, beijas e chupas e andas com a língua á roda do meu clítoris mas sem lhe tocar...

 

De imediato esqueço a dor e fico húmida, húmida como só tu me sabes pôr!

 

De repente desapareces, sinto-te os passos a afastarem-se, o que terás ido fazer?

 

A espera parece eterna e embora saiba que não estas por perto não me atrevo a mudar de posição! Voltas, sentas-me melhor na cama mas prendes o meu cabelo com fitas às correntes que pendem do tecto.

 

Rasgas-me a blusa e o teu pénis vai-se metendo na minha boca e peito, com a outra mão penetras-me com algo frio, muito frio e grosso!

 

Páras sempre que me sentes excitada, não sei com o quê me penetras, que me lembre não tenho nada cá em casa que provoque tal sensação... É desconfortável mas bom ao mesmo tempo, não sei o que é e acho que nem vou querer saber!

 

Sinto-te descer sempre com a língua a tocar o meu corpo, desces, desces e paras na zona da minha barriga e lambes como se fosses um animal!

 

Desces até chegares ao meu clítoris e começas por andar com a língua de roda devagar, com as mãos afastas os lábios e metes dois dedos da vagina e outro no cú e começas a sugar o clítoris com tanta sofreguidão que quase mo arrancas, mordiscas e chupas e lambes para cima e para baixo com força e meiguice!

 

Quando me estou quase a vir quero fechar as pernas, tu sabes bem disso, daí o ferro! Fico doida de tesão por não poder fecha-las! As pernas tremem-me!

 

Quero agarrar-te e esgadanhar-te e não posso as mãos também estão presas! Sinto os teus olhos postos em mim, aposto que sorris! Quero morder-te e não posso os cabelos amarrados não me permitem grandes movimentos!

 

Tu sabes disso, meu cabrão, conheces-me tão bem!! Sabes que não sou de grandes orgasmos mas que estes são os melhores!

 

Quando me começo a vir, toda eu tremo, a minha cara contorce-se em esgares que talvez não sejam bonitos, mas que são de puro animal em tesão! Tremo, as pernas ficam tão hirtas que até fico com cãibras, o meu cheiro a Mulher, a sexo invade o ar do quarto e cola-se a ti! Venho-me uma vez e peço-te por tudo que pares, não é isso eu não quero que pares mas sim que me soltes!

 

E tu meu animal, fazes de conta que não é nada contigo e continuas até eu ter mais dois, três, quatro orgasmos e estar completamente descontrolada, descontrolada a ponto de te matar! Descontrolada de fúria e prazer, de ódio e paixão, de te bater e foder!

 

Soltas-me finalmente e assim que me vejo livre a primeira coisa que faço é mandar-te deitar!

 

Obedeces, sorridente, com ar de filho da puta! Ainda por cima tens a lata de sorrires na minha cara!

 

Ato-te as mão e os pés! Sento-me em cima de ti e de violador passas a violado!

 

Fodeste-me! Agora fodo-te Eu!

 

Não, meu lindo, não me tocas! Isso querido, bem enterrado, bem fundo!

 

Agora espera que vou só acender a vela!

 

 

Não, Beleza, não te vou cantar os parabéns....

 

 

 

 

 

Cicuta Doce



publicado por Cicuta às 18:12
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Quinta-feira, 15 de Maio de 2008
Muito mais do que Mil e Uma Noites...

foto retirada da net não tinha  identificação do autor.

 

 

E uma noite ela aceitou....

 

A lua no alto céu negro banhava-se por todo o rio e os lindíssimos telhados lisboetas. As casas antigas estavam com as janelas e varandas abertas para deixar entrar a noite.

 

 

Beberam um copo na esplanada e sem grandes falas desceram a escadaria que os levou por ruelas estreitas, casa velhas, roupa estendida no varal, sons de vozes e televisão saía pelas pequenas janelas nas portas de madeira velha.

 

Floreiras pendiam de algumas delas, as garbosas e contudo modestas sardinheiras davam um ar multicolor às velhas casas.

 

Por vezes encontravam um velhote de tez curtida pelo sol que sentado na soleira da porta fumava o seu cigarro.

 

Entraram  na casa perdida no meio de tantas outras naquele bairro. Beberam um vinho tinto ao som de uma música da qual ela não se lembra.

 

Ele tocou-a com cuidado, quando não se conhece o bicho, devemos ir com cautela...

 

Ela deixou e deixou… Voaram as roupas, os papeis com poemas na parede, a música tocava.

 

Música, qual música?!

 

O que se ouvia era melódico mas não era música com toda a certeza....

 

Eles voaram num Mundo só deles, com cheiros e sabores dignos de um Gourmet, serviram-se das mais delicadas iguarias, tudo sem pressa, sem tempo. 

  

Sim, porque até o Tempo parecia ter parado só para eles....

 

E dormiram, dormiram aquela noite e muitas outras...

 

Dormiram muito mais que as Mil e Uma Noites...

 

Contaram muito mais de Mil e Uma Estórias...

 

Descobriram-se durante muito mais que Mil e Uma carícias, olhares...

 

foto retirada da net não tinha  identificação do autor.

 

 

Trocaram Mil e Um cheiros, gostos, cores....

 

Discutiram muito menos que Cento e uma Noites

 

Riram-se muito, mas muito mais que Mil e mil noites e dias....

 

Não, ela não era a Sherazade nem ele o Sultão que se aborrecia com tudo.

 

Não, não foi milagre de 13 de Maio pois já era 14 quase 15....

 

Foi apenas mais uma noite de luar que começou como tantas outras e terminou como muitas mais… Apenas esta teve continuação por Muito mais do que Mil e Uma Noites….

 

 

Mil beijos com cheiro de violetas por todo o ti meu Amante

 

 

Foto oferecida por um querido Bloguista que infelizmente já não escreve.

 

 

 

 

 

 

 

Beijo Doce



publicado por Cicuta às 19:12
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Domingo, 4 de Maio de 2008
O roupeiro...

Abri as portas do roupeiro, sentei-me na cama a olhar para lá.

 

A visão ficou turva e só via cores milhares de cores e no fundo o mar… Consegui sentir o cheiro das algas, ouvir o barulho das gaivotas, da brisa.

 

Visualizei cada vestido, cada recordação.

 

O azul noite levou-me ao nosso 1º encontro, ao cheiro das velas, da rua, ao sabor do vinho e do teu beijo…

 

O verde água levou-me a uma festa em que dançámos toda a noite e nos esquecemos da hora de fechar… Levou-me ao sentir fora de mim, fora do meu corpo…

 

O preto e branco levou-me até casa dos teus pais, até a uma família, ao cheiro da cozinha caseira, da gargalhada fácil, até ao teu Mundo…

 

O rosa levou-me até ao passeio no parque, o molhar os pés no lago o meu sorrir perante a tua admiração pelo meu receio dos pássaros…

 

O vermelho levou-me até um jantar que não tivemos, a um desejo incontrolável, a uma piza na cama…

O cai-cai branco com bolinhas levou-me até um amor diferente...

 

As calças de ganga levaram-me até à praia, ao cantinho escondido no pinhal, ao caminho por lajes, ao café para comprar choco frito e levar…

 

O que tu te riste de mim…

 

“Ninguém compra choco frito para levar para a praia!” Dizias tu.

 

Todos os meus vestidos, roupa têm uma estória contigo…

 

Nunca pensamos nisso mas a nossa roupa acompanha-nos nas nossas aventuras…

 

Ahhhhhhhhhhhhhhhhh  e também me lembro de todas as ocasiões onde mos despiste!

 

O azul noite levou-me ao teu beijo, ao passar das tuas mãos pelo meu corpo…

 

O verde água levou-me ao barulho do fecho quando o abriste, ao deslizar do forro pelo meu corpo, ao teu ar…

 

O preto e branco levou-me até uma mesa de família, e o teu roçar de pé, a tua mão a subir pelas minhas coxas, enfim ao nosso jantar de família…

 

O rosa levou-me ao beijo roubado no parque das crianças, ao teu atirar de água para o vestido, ás minhas formas coladas no tecido rosa…

 

O vermelho levou-me aquela noite em que me beijaste, resgate e despiste, a uma noite de sexo tão rubro como a cor do vestido…

 

Aos teus beijos pelo meu corpo, ao passar da tua língua por mim… Ao gelo que me passaste no corpo ao gelo com que nos amámos…

O cai-cai branco com bolinhas  levou-me até uma noite em casa, com champanhe, cordas e muito splash de água no corpo....

 

As calças de ganga…Essas têm tanto que contar que ficará para outro dia….

 

 

Adormeci sorridente e molhada perante um simples armário…….

 

 

 

 

 

Cicuta

 

 

 

 Ps: Homens nunca se esqueçam do que a vossa Mulher vestia...Pode ser o caminho para uma tesão...

Estavas sexy com a ganga e o cabedal... Foi bom sentir-te...

E que lindo ficas com blazer e calça cinzenta... Ai... Até me esqueci que eras uma pessoa fina... já mandaste limpar as calças?!

Beijos no roupeiro... É bem divertido!

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 



publicado por Cicuta às 19:53
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Sábado, 3 de Maio de 2008
Tão distante e tão perto...

Estás longe, um pouco longe...

 

Mas sem que saibas estamos mais juntos que nunca.

 

Tu, distante não vês as minhas imperfeições, a minha gordura, a minha vergonha...

 

Tu, distante voltas a ser o meu Amante, que quando passa as mãos tem um corpo bonito, com curvas...

 

Tu, distante, voltámos a ser novamente um só, um orgasmo só!

 

Adoro-te mais ainda por estares distante, por não veres a minha degradação.

 

Não que fosses critico no assunto, sempre tiveste uma palavra de conforto como:

 

- "Gata, tu não és gorda, está provisoriamente gorducha...."

 

Por muito que não pareça muita Mulher gostaria de ouvir isso.

 

Eu gostava, embora não demonstrasse.

 

Por ti e para Ti o "azul" hoje não tem parado...

 

O teu perfume na almofada...

 

E com a minha imaginação o teu "eu" dentro de mim!

 

Beijos de Amante, muito amante, puta , mulher tudo!

 

 

 

Cicuta

 

 

 



publicado por Cicuta às 22:27
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Mudança

Mudei hoje para a nova plataforma e por enquanto só vou alterer o blog, dar-lhe outra cara!!

 

Obrigada



publicado por Cicuta às 16:25
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Quinta-feira, 13 de Abril de 2006
Boa Páscoa
j.bmp


Cuidado com o sítio onde colocam as amêndoas...

E comprem muitos "rabbits" não sei se me fiz entender...rabbit.bmp


Beijos grandes e lambuzados!



pascoa.bmp





Cicuta

publicado por Cicuta às 11:14
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Domingo, 9 de Abril de 2006
"Casamento"...
calvato10071.jpg
foto by: Calvato


Ele toca-lhe de mansinho, com ternura, com paixão!

Ele despertou nela toda a sua fúria de mulher de fêmea sedenta!

Quando ela a beija ela morde-lhe os lábios!

Quando ele a acaricia ela passa-lhe as unhas com um pouco de força!

Quando ela a monta ela uiva!

E quando se envolvem ela crava-lhe as unhas com força faz-lhe sangue. Lambe-o, mas ele já não se importa pois morde-a com força, marca-a com os dentes!

Monta-a por detrás puxa-lhe o cabelo mete-o bem fundo...

Ela sente-o a tocar onde não sabia que podia tocar é dor mas é dor de prazer...

É dor estranha!

Mas tudo aquilo tem amor, tem paixão tem devoção, não é sexo por sexo...

Tem o conhecimento dos dois, o avançar dos dois o explorar dos dois!

Coisas que para os dois estão bem!

Eles são dois mas por vezes um só!

Essa é a magia deles!

São pessoas individuais, mas por vezes são um único Ser!

São doidos um pelo outro mas saudavelmente loucos!

Ela sai marcada, dorida!

Ele sai marcado dorido!

Se um dos dois tiver uma aventura, estão marcados um pelo outro, tão marcados como por uma aliança no dedo.

E nenhum deles se preocupa, ambos exibem orgulhosamente as marcas!
















Cicuta

publicado por Cicuta às 02:58
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Quarta-feira, 5 de Abril de 2006
Cidade de Fronteira (Reposição)
barndog.jpg
Foto by: Barn Dog


Estou numa pequena cidade de fronteira.

Fronteira com o quê?!

Não sei nem me interessa, mas falam qualquer coisa parecida com Espanhol!

Estou num quarto pequeno, com ar velho e decadente, cama de casal com uma colcha de setim desbotado, que um dia deve ter sido encarnado!

Reposteiros do mesmo tecido com rebordo de berloques, a um canto uma cadeira a imitar Império com o tampo forrado de tecido igual.

Escondido por detrás de uma cortina, um lavatório e um bidé, com as respectivas toalhas e sabonetes.

Cheira a desinfectante, um cheiro forte, desagradável, tipo veterinário de gado.

Da janela avista-se uma "cidade" pequena, com ar tão pobre e miserável como o quarto, em frente fica um bar com mesas cá fora.

Está tanto calor na rua como dentro do quarto, mas lá fora não cheira tão mal!

Saio para a rua perante uns olhares curiosos, olham para o meu vestido de seda trasmparente que deixa ver o soutiem de renda branca e para a racha da saia que chega quase 2 palmos acima do meu joelho!

Faço um sorriso e entro no bar, peço um vodka puro com muito gelo e sento-me numa mesa cá fora!

O sol começa a por-se!

Cruzo a perna e tiro um cigarro, neste instante uma chama aparece-me diante dos olhos e uma voz de Homem diz!

- Dê-me esse prazer!

Com o cigarro aceso, olho para o meu "isqueiro", é alto, cabelo ruivo escuro, queimado pelo sol, tem sotaque estranho e mãos de trabalho!

Agradeço e convido-o a sentar-se, ele aceita.

Chama-se Jan, é de ascendência Irlandesa, trabalha com gado, não tem poiso certo, estudou até ao 3º ano de Arquitetura, casou, aborreceu-se e pirou-se!

Desde então que corre Mundo, foi marujo, andarilho, fotografo, jardineiro, carpinteiro fez de tudo um pouco, fica enquanto gosta, quando não gosta, vai embora!

Ficamos a conversar e a beber, a beber e a conversar e a noite vai caindo!

A minha saia esta toda aberta, deixando á mostra a meia de liga que sempre uso, embora nesta cidade esteja calor, sei que ainda não é Verão!

O alcool também está a fazer efeito, olho para ele fixamente nos olhos, o calor sempre me deu tesão, mas, bolas o frio também dá!

Ele olha-me com aqueles olhos muito azuis, e sem mais nem menos pega na minha cara e dá-me um beijo, um beijo que nada, um linguado!

A lingua dele toca-me no céu da boca e eu chupo-lhe a dele, aproveito e meto-lhe a mão na braguilha, ele não se fica atrás e mete a mão nas minhas cuequinhas de renda branca!

O sexo dele quer saltar cá para fora e eu estou toda molhada, o dedo dele penetra-me lentamente!

Ele pede a conta, pego-lhe na mão e levo-o para o hotel, subimos as escadas a correr abro a porta, ele empurra-me de encontra a parede e arregaça-me o vestido!

Afasta-me as pernas e com o joelho obriga-me a mantê-las afastadas, mete-me o dedo no cú e morde-me o pescoço, eu vou desapertando-lhe a barguilha, com dificuldade, pois está tão teso que se torna difícil.

Consegui! O pénis dele "salta" exuberante e fica hirto e rijo, consigo mexer-me o suficiente para o "meter" entre as minhas pernas!

O meu "eu" escorre para cima do sexo dele e "queima-o"!

Com um movimento brusco consigo virar-me de frente para ele e baixo-me, pego-lhe no sexo e meto-o na boca e afundo-o no fundo da garganta e fecho-a apertando-a, ele tem um espasmo!

Saltamos para a cama e ele beija-me e morde-me o peito sem tirar o soutiem, limita-se a coloca-lo debaixo do peito, como os soutiens das putas, fico com o peito empinado!

Não o deixo tirar-me as cuecas nem as meias, ele põe-me a cueca de lado e penetra-me, cruzo as pernas ao redor do seu pescoço e ele mete-te-o todo!

Quando se está quase a vir, peço-lhe para se vir para cima de mim e ele acede, enquanto ele se vem eu vou-me esfregando com o seu sémem pelo corpo todo, e isso dá-me prazer e eu venho-me também!

Enquanto ele recupera eu afago-me lentamente e tenho mais um dois orgasmos, ao começar o terceiro ele já está pronto outra vez!

Recomeçamos!

Nasce o dia, ele veste-se e sai!

Eu visto-me e abandono aquela cidade de fronteira!

Como é que se chamava?

E isso interessa??

Não, claro que não, foi só mais uma!



Cicuta








Et: A minha imaginação está como o tempo..chuvoso e nublado!!!

publicado por Cicuta às 15:26
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